Sem pretenções, que não seja apenas o estar atento a temas da actualidade. Que seja um espaço sobre o nosso quotidiano e a salutar discussão com respeito das diversas opiniões.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
BCP é de novo Notícia

Nove antigos altos quadros do BCP condenados a coimas acima de 4 milhões de euros.


A CMVM aplicou coimas a nove ex-administradores do BCP, num valor total de 4,325 milhões de euros, por prestação de informação falsa ao mercado e inibiu da atividade bancária oito deles pelo máximo de cinco anos.Transcrevo a notícia :
"A informação foi prestada hoje à agência Lusa por uma fonte próxima do processo que foi colocado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Jardim Gonçalves, antigo presidente, recebeu uma multa de um milhão de euros, a mais elevada, seguido por António Rodrigues (900 mil euros), ex-administrador financeiro, e por Filipe Pinhal, que foi administrador (e presidente durante um curto período), cuja coima ascendeu a 800 mil euros.
Os três antigos altos quadros do BCP ficaram com cinco anos de inibição de exercer atividade bancária.
Seguiram-se-lhes os antigos administradores Christopher de Beck (650 mil euros e quatro anos de inibição), António Castro Henriques (250 mil euros e dois anos de inibição), Alípio Dias (200 mil euros e um ano de inibição) e Paulo Teixeira Pinto - antigo presidente - (200 mil euros e um ano de inibição).
Já Filipe Abecassis recebeu uma coima de 250 mil euros e três anos de inibição, ao passo que Luís Gomes foi multado em 75 mil euros, mas não foi punido com a inibição para exercer a atividade bancária.
A CMVM (a exemplo do Banco de Portugal) acusou, além do próprio BCP, os três antigos presidentes do banco - Jardim Gonçalves, Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal - os ex-administradores António Rodrigues, Alípio Dias, António Castro Henriques e Christopher de Beck e dois altos quadros do BCP, Luís Gomes e Filipe Abecassis.
A mesma fonte próxima do processo disse à Lusa que "as acusações remontam a um período entre 2002 e 2007", sendo que "as acusações de manipulação de cotações e de dolo (por causa do recebimento de prémios indevidos e da manipulação de mercado) não foram provadas"."
(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)
Lusa
Sem comentários !!!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Sócrates o “optimista inveterado” ...
Sócrates confiante nas reformas dos últimos cinco anos.
O primeiro-ministro acredita que as reformas feitas pelo Governo nos últimos cinco anos terão resultados positivos, embora admita que não resolvem todos os problemas do país. Em entrevista ao Financial Times (FT), José Sócrates destaca as mudanças na educação, na legislação laboral, a redução de 73 mil de funcionários públicos e os investimentos nas renováveis como as imagens de marca dos últimos anos.
Desafio qualquer um a mostrar-me um país que tenha sido tão reformista nos últimos cinco anos”, desafiou o primeiro-ministro numa entrevista que integra um suplemento de seis páginas sobre Portugal.
O FT considera Sócrates um “optimista inveterado”, e alerta que os tempos difíceis que o país atravessa são um teste a essa sua característica. Portugal “tirou partido da Zona Euro”, mas agora tem que pagar uma pesada factura, escreve o jornal britânico.
Na análise a Portugal, o FT destaca como positivo a forma como as empresas portuguesas têm vindo a explorar os laços com as antigas colónias, a aposta nas renováveis ou os avanços nos serviços públicos electrónicos e na desburocratização dos processos de licenciamento. A forma como o sector dos têxteis e do calçado ultrapassou as deslocalizações para os países asiáticos também é destacada, assim como os esforços em promover o turismo histórico e de natureza.
Do lado oposto, surgem as pequenas e médias empresas, que empregam 82 por cento da força de trabalho, mas que são apresentadas como um elo que tem vindo a enfraquecer e que enfrenta graves problemas de crédito.
Quem nos dera viver "no país do Sócrates" e não no país real em que vivemos.
O país real é este :
* O mercado está a reagir ao corte de ‘rating' da Moody's para oito bancos portugueses.
* Credit Suisse faz avaliação negativa do BCP .
* Portugal paga mais para vender dívida mas procura supera oferta.
* Sampaio e Mello: Portugal pode entrar em falência.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
BCP e os boatos ...
"Se há instituição sólida em Portugal é o BCP"Em declarações ao Económico, Joe Berardo, maior accionista individual do BCP, garante que o banco está sólido.
"Se há uma instituição sólida em Portugal é o BCP", afirmou o empresário madeirense, que controla mais de 6% do BCP, ao Económico.
Para Berardo, os "boatos" dos últimos dias sobre a situação do banco tiveram origem "em especuladores sem escrúpulos que só querem dinheiro, pessoas sem responsabilidade social que não se preocupam com empregos, com nada".
Berardo, que preside o conselho de remunerações do banco, diz que "alguém tem de pôr uma tampa neste casino sem limites". "Pensei que o Obama endireitasse isto, como prometeu, mas nada", criticou, declarando que "nem no tempo dos romanos a Humanidade foi tão roubada".
"Muitas instituições têm sido alvo de boatos e não há ninguém que possa sobreviver a esta especulação", frisou. Ainda assim, garantiu, "se há uma instituição sólida em Portugal é o BCP". O empresário responde assim aos rumores que têm circulado nas últimas semanas que põem em causa a saúde financeira da instituição e que já foram repudiados por Carlos Santos Ferreira, que informou a CMVM do assunto e apresentou queixa na PGR .
Os primeiros ....
O regulador ...
Os que se seguiram ...
Os pequenos accionistas ...
terça-feira, 6 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Armando Vara "demite-se" do BCP
O BCP anunciou hoje que Armando Vara renunciou ao cargo de administrador e vice presidente do conselho de administração, em consequência do "imprevisto arrastamento do processo judicial" que já o tinha levado a suspender as funções no banco.
Armando Vara apresentou hoje a renúncia àquelas funções "com assunção de obrigação de não concorrência até à data do termo normal do mandato, tendo-lhe sido neste contexto reconhecido direito a receber quantia correspondente à que lhe seria devida até ao termo normal do mandato em curso".
Ouvi na SIC Notícias que essa quantia é de 260.000,00 Euros acrescida dos subsídios.
Ele renuncia e os pequenos accionistas pagam.
As acções do BCP fecharam hoje a Euros 0,661.
Aos accionistas, no último aumento de capital, foram-lhe impingidas a Euros 1,20 !!!
Fala esta gente em austeridade !!!





