sexta-feira, 8 de maio de 2015

Pensar o país com música de fundo | Conferência Expresso



Decorreu na passada quinta-feira, na Casa da Música, o arranque do ciclo de conferências do Expresso, sob o título "Pensar o país com música de fundo". Jaime Nogueira Pinto, Rui Massena e Rui Moreira compuseram o painel, moderado pelo diretor do Expresso, Ricardo Costa e patrocinado pelo Deutsche Bank. Aqui fica um resumo com cerca de 30 minutos de um painel que se estendeu por cerca de hora e meia

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

NATAL...

A todos os amigos, os meus VOTOS de

 
Que o NOVO ANO de 2015 seja recheado de SAÚDE, PAZ e  FELICIDADES

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Fernando MACHADO SOARES...


Despediu-se Machado Soares, a voz que cantou o adeus a Coimbra

 
 
QUEM SE LEMBRA AINDA DELE COMO JUÍZ  NA MEDA ?
 
HOMENAGEM AO JUÍZ E FADISTA DE COIMBRA
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Os esquecimentos de Passos Coelho... e a Política

 

Assembleia : Passos não tinha regime de exclusividade entre 1995 e 1999

Pedro Passos Coelho não teve entre novembro de 1995 e de 1999 qualquer regime de exclusividade enquanto exerceu funções de deputado, garantiu hoje à agência Lusa o gabinete do secretário-geral da Assembleia da República.

Caso Tecnoforma Exclusividade rendia-lhe menos do que ser 'vice' da bancada

Passos poderá ter assumido o regime de exclusividade só quando tal lhe foi pedido. Antes, seria mais compensatório optar pelo abono de 15%, por ser ‘vice’ da bancada ‘laranja’, do que por aquele referente a exclusividade (de 10%). Parlamento enviou documentos que contrariam as primeiras respostas… do Parlamento. E mesmo assim não enviou toda a documentação pedida, conta o Público.

Exclusividade Passos 'trama' Passos e desmente Assembleia da República

Uma carta a que o Expresso teve acesso, escrita pela mão de Pedro Passos Coelho, mostra que o à data ex-deputado era, afinal, exclusivo da Assembleia da República. Este documento vem contrariar o entendimento do secretário do Parlamento que ontem afirmou que o atual primeiro-ministro não estava, entre 1995 e 1999, abrangido pelo regime de exclusividade
 
 

Ângelo Correia Ex-patrão de Passos fala sobre como combater a falta de memória

Ângelo Correia, ex-patrão de Passos Coelho, falou ao Diário de Notícias sobre as dúvidas relativas às remunerações do atual primeiro-ministro, numa altura em que estava em regime de exclusividade no Parlamento.
Caso que voltou também a trazer para a ribalta a Tecnoforma, uma empresa que Ângelo Correia diz nunca ter conhecido, nem na altura, “nem hoje”. Afinal de contas terá ou não o atual primeiro-ministro recebido vencimentos, numa altura em que presidia ao Conselho Português para a Cooperação, estando em regime de exclusividade na Assembleia da República?
A resposta não é clara. Mas o antigo ministro da Administração Interna de Cavaco Silva, sem criticar diretamente Passos Coelho, contou ao Diário de Notícias a sua estratégia para evitar lapsos de memória sobre remunerações: “guardo as cópias do IRS de todos os anos, dá jeito para evitar problemas de não me recordar”, contou.
 
Digam lá se não é mais interessante esta política !!!

iCloud Política ucraniana orgulhosa com divulgação de fotos íntimas

Fotos íntimas da política ucraniana Olga Lyulchak foram 'roubadas' da sua iCloud. Mas esta, segundo conta o Mirror, diz-se orgulhosas das fotografias.
 
 
A política ucraniana, Olga Lyulchak, viu a sua intimidade ser violada depois da sua conta de iCloud ter sido invadida. Á semelhança de vedetas como Jennifer Lawrence ou Kim Kardashian, a mulher viu imagens íntimas da sua pessoa serem tornadas públicas, mas não se mostrou nada preocupada
Olga considera que as suas fotos podem ser comparadas às obras de Van Gogh.
“O mundo honra grandes trabalhos como os de Van Gogh, Titian e outros artistas, e estes pintaram mulheres nuas que foram admiradas. Hoje em dia, as mulheres que aparecem nuas são consideradas vulgares ou sem vergonha. Não consigo entender. Acho que é arte pura", concluiu, citada pela Revista Marie Claire.
Olga Lyulchak está a concorrer com Klitschko, pela Aliança Democrática Ucraniana pela Reforma, às eleições parlamentares da Ucrânia que se realizam no dia 26 de outubro.
 

sábado, 31 de maio de 2014

Chumbo do Tribunal Constitucional ....


 
Pelo porta voz do Tribunal Constitucional foi ontem anunciado o Chumbo de  3 normas constantes do Orçamento para 2014.
 
 
O actual Governo é o campeão das inconstitucionalidades e Cavaco Silva o Presidente que mais Leis Inconstitucionais promulgou.


Para que serve o juramento de cumprir e fazer cumprir a Constituição ???

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Programa da TROIKA.....

 
João Duque "Programa está cumprido, se atropelámos gente é outro problema"
 


Há falhas, metas que ficaram por cumprir, barreiras que dificultaram o trabalho do Governo mas também algumas gorduras ‘queimadas’ e uma almofada financeira que permite sair do programa de assistência financeira de forma ‘limpa’ mas sem relaxar. Até porque, diz o professor catedrático João Duque em entrevista ao Notícias Ao Minuto, “a austeridade vai manter-se” e “não há motivos para suspirar de alívio”: Portugal só ultrapassou a primeira meta, agora “é preciso juízo”.

É “muito difícil” assumir que seria possível seguir outro caminho do que aquele que o Governo de coligação tomou em 2011, além de “a economia ser um processo experimental”, neste caso, sob intervenção externa, “seria igual o caminho com PSD, CDS ou PS” no poder. A afirmação pertence ao economista e professor catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), João Duque

Em entrevista ao Notícias ao Minuto, na véspera do ‘adeus da troika’, afirma que, em parte, o objetivo definido no memorando e que previa uma “alteração de paradigma da economia” tornando-a “menos pública e mais privada, mais de mercado e mais permeável”, foi cumprido, nomeadamente no que diz respeito “às privatizações”, cuja receita final ultrapassou em largos milhões o objetivo inicial (cinco mil milhões”, sublinha João Duque.
Outra lacuna que deteta prende-se com o “equilíbrio das contas públicas”. O Governo “não conseguiu suceder-se bem na redução efetiva e criteriosa da prestação dos serviços do Estado” que “foram abalados na sua qualidade quando deviam sê-lo na quantidade”. O que se fez “foi reduzir salários”, algo que, refere, está associado “à dificuldade acrescida que o Estado tem em despedir” e que só teria sido possível “mexendo um pouco na Constituição”.
Por esta razão, “muitas gorduras [no Estado] permanecerão, mas naquilo que o Governo foi conseguindo fazer, fê-lo”. Exemplo disso, destaca o catedrático, é o caso da indústria farmacêutica. Um setor que o Executivo “atacou seriamente”, reduzindo o volume de receita, “impondo aos médicos a prescrição de acordo com o princípio ativo”, ao mesmo tempo que cortou radicalmente nas margens de lucro, acabando com o negócio. “Isso são gorduras”, advoga.
E agora? Saída limpa é um bom cenário?
Apesar de todos estes percalços e dos “danos colaterais horríveis nos momentos de crise”, como os cortes nas pensões, salários, e aumento do desemprego, João Duque considera que no essencial “está cumprido, chegámos a horas para apanhar o avião, se atropelámos gente pelo caminho, é outro problema”.
A verdade é que, lembra, “estávamos em cima de um chão falso porque a economia não sustentava o Estado que tínhamos. Agora temos uma almofada financeira (15 mil milhões, excluindo o montante consignado à banca que ainda não foi utilizado) que nos permite, pelo menos, ir ao mercado descontraidamente buscar pequenos valores, poder ser seletivos, procurar preços interessantes, sem preocupação”. Mas isso, avisa, “pode acabar a qualquer momento e se tal acontecer vai ser complicado”.
João Duque é, por isso, da opinião de que “uma saída limpa é muito bonita mas não nos deixa confortáveis”. Além disso “a austeridade vai manter-se e até aumentar”, uma vez que “até chegarmos ao ponto de conseguirmos ter um orçamento sustentável pela economia, ainda temos de fazer mais um corte, um ajustamento (cerca de 1.378 milhões)” e, sublinha, “vamos ver se o Tribunal Constitucional não põe em causa algumas medidas”, o que nos faria “regredir mais um pedaço”.
Não é, porém, o caso do aumento do IVA, previsto no Documento de Estratégia Orçamental (DEO) de 23% para 23,25%. Para o professor do ISEG, trata-se de “uma forma diferente de distribuir o mal por todos” e que “terá um impacto marginal na redução do consumo”. “Claro que um cêntimo aqui e outro ali, levam o ordenado mais depressa”, mas com esta medida o que se procura é “tirar o peso de um grupo para se distribuir por mais, nesse sentido é mais justo”, até porque, argumenta, “é preferível tributar o consumo do que rendimentos de necessidade”.
Além disso, prossegue, “a dada altura as medidas recessivas vão estabilizar”. Isso “depende do prazo e do que os portugueses conseguirem fazer em termos de estruturar o seu aparelho produtivo com o investimento”, designadamente estrangeiro e através de “ativos reais. Não para a compra de casa ou bens, mas de ações e obrigações” que permitam “dinamizar e implantar indústria e serviços” em Portugal, que possam depois “ser exportados e deixar cá uma margem”.
João Duque entende, no entanto, que “não há motivos para suspirar de alívio”. A conclusão do programa de ajustamento “é [apenas] a primeira meta. Ainda só saímos de casa dos pais e entramos na universidade, agora temos de tirar o curso, caminhar pelo nosso pé” e para tal, remata, “é preciso juízo”.
Balanço de três anos de intervenção
O fim do programa de ajustamento “dá-me a ideia de um trabalho que se completou com nota positiva. Tenho uma sensação de sair cansado, com o corpo ferido e cheio de mazelas, mas cheguei lá. Podia estar na mesma e não ter chegado. Agora há que, sem estragar [o que foi feito], ir recompondo o corpo para voltar a crescer e repor os níveis de serviço público, satisfação global mas de forma sustentável, não é viver à custa de um renascimento artificial”, comenta João Duque nesta entrevista Notícias ao Minuto.
Grato ao Governo “pela sua persistência” e “às autoridades europeias pelo conforto suficiente para que o mercado acreditasse que a dívida era sustentável”, o professor catedrático do ISEG opta por não entrar em euforias.
Até porque, avisa, “a inflação vai ter de ser reposta a um nível mais alto, as taxas de juro nominais vão ter que subir e o mercado vai previsivelmente discriminar, outra vez, a qualidade do rating”. Pelo que, “é bom que não tenhamos necessidade de voltar a bater à porta de um programa”, até porque, “como já vimos, discutir em situação difícil é terrível"

segunda-feira, 31 de março de 2014

E mais ...poupanças ...


 
 

Despesas Estado gasta mais em consultoria externa numa semana do que em comida

Em apenas uma semana, o Estado português desembolsou cerca de 3,5 milhões de euros na contratação de consultores externos. Em contrapartida, as despesas com produtos alimentares e refeições fixaram-se em 2,6 milhões de euros, dá conta a edição desta segunda-feira do jornal i.
 
Na última semana, os gastos do Estado em consultoria e assessoria foram superiores em quase 1 milhão de euros às despesas com alimentação.
 
Segundo uma análise levada a cabo pelo jornal i aos contratos de aquisição de bens e serviços publicados no Portal Base, foram despendidos 3,5 milhões de euros na contratação de consultores externos por parte de organismos públicos, e 2,6 milhões em alimentação (produtos alimentares e refeições confecionadas).
E foi um contrato do Banco de Portugal, que pagou 322,2 mil euros por 32 dias de consultoria financeira, o vencedor da despesa mais alta que se registou na semana passada. Este é já o segundo ajuste direto que o banco central celebrou junto da mesma consultora, a Oliver Wyman, no espaço de menos de um ano: em maio de 2013, havia já contratado os seus serviços por 483 mil euros, isto por um período de 98 dias, realça o i.
Refira-se que entre os dias 22 e 28 de março, até às 16h00, foram publicados, em termos globais, 1.675 contratos, perfazendo um montante de 93,6 milhões de euros gastos pelo Estado.
Construtoras (42,5 milhões) e laboratórios farmacêuticos (10,7 milhões) foram, deste bolo, as empresas que, no total amealhado, lideraram o ranking da maior fatia de dinheiro cortada aos cofres públicos no intervalo de tempo em apreço.

Pergunta-se :

Não é altura de o Estado dispensar os seus funcionários "incompetentes" e pagar só a Consultores externos ??
Para que pagamos então duas vezes ??