Sem pretenções, que não seja apenas o estar atento a temas da actualidade. Que seja um espaço sobre o nosso quotidiano e a salutar discussão com respeito das diversas opiniões.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Presidente da República ... trabalha
Alguém mandou "trabalhar" Sua Excelência o Sr. Presidente da República e ele trabalhou.
Em poucas horas promulgou a Lei dos Subsídios de Férias.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
O Poder...cega ?
O Professor...
O comentador....
O Ministro ...
" Nuno Crato: um liberal que nasceu para a política no seio do maoismo Nuno Crato: um liberal que nasceu para a política no seio do maoismo
Nuno Crato é politicamente um liberal. Se fosse norte-americano podíamos catalogá-lo como neocon. Os marxistas portugueses colocam-lhe o rótulo de neoliberal. Anátema. O equivalente hodierno ao fascista de há quatro décadas atrás.
É liberal porque discorda que o Estado seja simultaneamente o financiador, o prestador de serviços, o fiscalizador e o avaliador da educação escolar. Liberal porque é contra a planificação central na educação. E porque critica o caráter quase monopolista que o Estado tem na prestação de serviços educativos.
A juventude e o início da vida adulta de Nuno Crato foi passada no Instituto Superior de Economia, hoje ISEG, uma escola de elite nos estudos económicos e financeiros integrada na Universidade Técnica de Lisboa. Foi lá que se licenciou em Economia em 1981. Nasceu em 1952, licenciou-se aos 29 anos. Não foi rápido a concluir a licenciatura. De seguida, fez o mestrado em Métodos Matemáticos para a Gestão de Empresas, igualmente no ISEG. O hiato entre o final da licenciatura (1981) e o início do mestrado (1985) foi preenchido a fazer muitas coisas, entre elas a docência de matemática numa escola secundária dos Açores.
Logo depois de concluir o mestrado parte para os EUA para estudar matemática aplicada na Universidade de Delaware onde se doutorou em 1992. Regressa a Portugal para ensinar matemática aplicada no Instituto Superior de Economia, hoje ISEG. Faz a agregação em 2002 e acede a professor catedrático uns anos depois.
Frequentei a Universidade de Lisboa entre 1973 e 1979. Não me cruzei com Nuno Crato porque eu me movimentava entre a Faculdade de Letras, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Ciências. Entre a Cidade Universitária e a Rua da Escola Politécnica. Mas sou amigo de colegas do Nuno Crato quando jovem estudante.
Partilharam com ele muitos plenários, distribuição de panfletos e manifestações contra a guerra colonial, o "fascismo" e contra o ensino "burguês". Naquela altura, os estudantes radicais distribuíam-se por dois movimentos políticos: a União dos Estudantes Comunistas, na altura apelidados de "revisas" e os maoistas. Os últimos, maioritários no ISE, na Faculdade de Direito e na Faculdade de Ciências, dividiam-se entre os que integravam a Federação dos Estudantes Marxistas Leninistas e os chamados "Pops", da lista "Uma escola ao serviço do Povo", o braço estudantil do Partido Comunista Reconstruído, de inspiração albanesa. Henver Hosha e Mao Tzé Dong eram os gurus do movimento estudantil maoista. Nuno Crato alinhava com os "pops", o braço estudantil do PCR que, mais tarde, estaria por detrás da UDP. Nessa altura, Nuno Crato era um estudante maoista.
Ainda hoje é possível "ler" nele resquícios do maoismo. Quando ele afirma, na entrevista à revista Ecclesia, que é preciso implodir o ministério da educação está a manifestar traços discursivos da retórica maoista.
Os anos passados nos EUA, a experiência de vida e os estudos fizeram-no evoluir politicamente. Nuno Crato aceita o ideal liberal da meritocracia e governo pequeno e limitado e quer levar esses conceitos para o ministério da educação. É de esperar que reduza a influência e o poder do ministério da educação e, simultaneamente, dê mais autonomia e poder à sociedade civil, às escolas e aos professores."
Posted by Ramiro Marques at Sexta-feira, Junho 24, 2011
O Colégio Arbitral não determinou os "serviços mínimos" , mas o MINISTRO não aceita a decisão e insiste nos exames no dia 17 de Junho.
Mudam-se os tempos ...
O Colégio Arbitral não determinou os "serviços mínimos" , mas o MINISTRO não aceita a decisão e insiste nos exames no dia 17 de Junho.
Mudam-se os tempos ...
sábado, 8 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
PORTUGAL - RÚSSIA ....
Foi pela margem mínima de 1-0 que vencemos.
O menos "valioso" facturou
E o craque, mais uma vez, ficou em branco !!!
Valha-nos a vitória !!!
domingo, 2 de junho de 2013
Corpo de Deus ...
Não foi na 5ª feira , por ter sido suspenso o Feriado, mas realizou-se hoje a habitual Procissão do Corpo de Deus no Porto.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
TSU dos Pensionistas ... e Benfiquismo
Portas não é taxativo sobre fim da TSU dos reformados
Fotografia © Natacha
Cardoso/Global Imagens
Paulo Portas voltou a declarar-se
"politicamente incompatível" com a TSU dos pensionistas, mas agora revela-se
menos taxativo a dizer que a medida não avançará no OE 2014
Falando no Parlamento num debate de urgência, agendado pelo Bloco de
Esquerda, sobre o "guião da reforma do Estado", o ministro de Estado e dos
Negócios Estrangeiros afirmou, depois de questionado pela deputada bloquista
Mariana Aiveca: "Hoje [a TSU dos pensionistas] é uma mera opção e temos o
compromisso de a evitar. O que interessa é que acho que vamos conseguir evitar."
Um minuto antes tinha voltado a dizer que é "politicamente incompatível".
Paulo Portas revelou ainda que o "guião da reforma do Estado" - dossier de
que é o responsável governamental - afinal só será apresentado no "mês de
junho". O PS, através do deputado António Braga, recordou calendários
anteriormente revelados pelo Governo que indiciam que esta nova data representa
mais um adiamento face ao calendário original.
A 15 de fevereiro, o primeiro-ministro Passos Coelho dizia que o documento seria apresentado "muito proximamente". "Lá estarão as poupanças que esperamos atingir e tudo o que houver para além disso", afirmava então o primeiro-ministro, pedindo que se fizesse um debate "sério" e "profundo" sobre a matéria. António Braga recordou que o Governo nessa altura que tinha de ter "pronta a reforma até fevereiro", com um "menu discriminado" de medidas "entre a sexta e a sétima avaliação" da 'troika'.
Também hoje no Parlamento, de manhã, o ministro de Estado e das Finanças abriu a porta a que esse documento seja conhecido até 20 de junho. Segundo a edição online do Diário Económico, Vítor Gaspar recordou que a aprovação formal do sétimo exame regular teve como pressuposto a apresentação do Documento de Estratégia Orçamental e dos cortes da despesa e garantiu que "estes procedimentos nacionais deverão estar concluídos antes do Eurogrupo de 20 de Junho".
Vítor Gaspar pede "simpatia pelas difíceis semanas" que tem vivido "como adepto do Benfica"
Gaspar evoca derrotas do Benfica na Câmara de Comércio e Indústria Lusa-Espanhola.
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, reiterou hoje que "este é o momento para o investimento" e considerou que a estabilização financeira é imprescindível, mas não é suficiente.
Lembrou que a sétima avaliação "foi concluída com sucesso em termos de acordo" entre Portugal e a 'troika', composta pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Central Europeu (BCE).
A formalização "está neste momento a aguardar a decisão e a reunião" do conselho de administração do FMI e do Eurogrupo, no Luxemburgo, no dia 20 de Junho.
"Mas não existem grandes dúvidas de que esse exercício não passa de uma formalidade muito importante que abre a porta para uma decisão favorável para o prolongamento das maturidades dos empréstimos oficiais europeus e esse resultado é, por sua vez, crucial para a nossa estratégia de financiamento do IGCP no mercado dos valores do Tesouro", disse o ministro.
Vítor Gaspar reiterou que "este é o momento do investimento", sublinhando que a melhoria das condições de financiamento "é importante para economia portuguesa, para as empresas", para Portugal como destino competitivo, para a criação de emprego, de investimento.
"É por isso importante assegurar o financiamento regular da economia portuguesa, é por isso que a estabilidade financeira é imprescindível, mas não é suficiente", afirmou.
Vítor Gaspar classificou de "pilar decisivo" nesta fase o plano de crescimento, emprego e fomento industrial que foi apresentado há algumas semanas pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.
"Precisamos de passar da fase de estabilização financeira e consolidação orçamental como prioridades absolutas para uma fase de recuperação económica, de investimento".
Apontou o crédito fiscal extraordinário como uma das medidas catalisadoras para incentivar o investimento e destacou a inovação o empreendedorismo como uma aposta a seguir para tornar o país competitivo e capaz de captar investimento externo.
A 15 de fevereiro, o primeiro-ministro Passos Coelho dizia que o documento seria apresentado "muito proximamente". "Lá estarão as poupanças que esperamos atingir e tudo o que houver para além disso", afirmava então o primeiro-ministro, pedindo que se fizesse um debate "sério" e "profundo" sobre a matéria. António Braga recordou que o Governo nessa altura que tinha de ter "pronta a reforma até fevereiro", com um "menu discriminado" de medidas "entre a sexta e a sétima avaliação" da 'troika'.
Também hoje no Parlamento, de manhã, o ministro de Estado e das Finanças abriu a porta a que esse documento seja conhecido até 20 de junho. Segundo a edição online do Diário Económico, Vítor Gaspar recordou que a aprovação formal do sétimo exame regular teve como pressuposto a apresentação do Documento de Estratégia Orçamental e dos cortes da despesa e garantiu que "estes procedimentos nacionais deverão estar concluídos antes do Eurogrupo de 20 de Junho".
Vítor Gaspar pede "simpatia pelas difíceis semanas" que tem vivido "como adepto do Benfica"
Gaspar evoca derrotas do Benfica na Câmara de Comércio e Indústria Lusa-Espanhola.
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, reiterou hoje que "este é o momento para o investimento" e considerou que a estabilização financeira é imprescindível, mas não é suficiente.
Vítor Gaspar falava no almoço de empresários organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Lusa-Espanhola, onde foram atribuídos os prémios de melhor gestor espanhol ao presidente do BBVA, António Charro, e de melhor empresário português ao presidente executivo da Sonae, Paulo Azevedo, relativos ao período 2011-2012.
O ministro, que fez uma introdução descontraída, pedindo "simpatia pelas difíceis semanas" que tem vivido "como adepto do Benfica", sublinhou que iria fazer um discurso breve, nomeadamente porque vinha de uma sessão de mais de três horas na Assembleia da República.Lembrou que a sétima avaliação "foi concluída com sucesso em termos de acordo" entre Portugal e a 'troika', composta pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Central Europeu (BCE).
A formalização "está neste momento a aguardar a decisão e a reunião" do conselho de administração do FMI e do Eurogrupo, no Luxemburgo, no dia 20 de Junho.
"Mas não existem grandes dúvidas de que esse exercício não passa de uma formalidade muito importante que abre a porta para uma decisão favorável para o prolongamento das maturidades dos empréstimos oficiais europeus e esse resultado é, por sua vez, crucial para a nossa estratégia de financiamento do IGCP no mercado dos valores do Tesouro", disse o ministro.
Vítor Gaspar reiterou que "este é o momento do investimento", sublinhando que a melhoria das condições de financiamento "é importante para economia portuguesa, para as empresas", para Portugal como destino competitivo, para a criação de emprego, de investimento.
"É por isso importante assegurar o financiamento regular da economia portuguesa, é por isso que a estabilidade financeira é imprescindível, mas não é suficiente", afirmou.
Vítor Gaspar classificou de "pilar decisivo" nesta fase o plano de crescimento, emprego e fomento industrial que foi apresentado há algumas semanas pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.
"Precisamos de passar da fase de estabilização financeira e consolidação orçamental como prioridades absolutas para uma fase de recuperação económica, de investimento".
Apontou o crédito fiscal extraordinário como uma das medidas catalisadoras para incentivar o investimento e destacou a inovação o empreendedorismo como uma aposta a seguir para tornar o país competitivo e capaz de captar investimento externo.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
O título da Notícia e ... a Imagem
César Figueiredo avança pelo CDS.
Esta é a notícia do Jornal "O INTERIOR" da Guarda.
A foto é da visita da Ministra da Agricultura à Adega Cooperativa de Mêda, que nada tem a ver com a candidatura do candidato do CDS
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