Sem pretenções, que não seja apenas o estar atento a temas da actualidade. Que seja um espaço sobre o nosso quotidiano e a salutar discussão com respeito das diversas opiniões.
sábado, 11 de maio de 2013
FCPorto 2 - Benfica 1
O resultado que não interessava ao Benfica e acabou por acontecer !
O FCP ultrapassou os rivais e sem "foras de jogo" ou favores do árbitro.
Falta só mais um jogo.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
O Euro ...
Fundador do euro pede fim da moeda única.
Ex-ministro das Finanças alemão pede o fim da moeda única para que os países do sul da Europa possam encontrar o caminho para a recuperação.
Num comunicado colocado no site do Partido de Esquerda do Parlamento alemão, Oskar Lafontaine considera que as políticas de austeridade estão a levar ao desastre: "a situação económica piora de mês para mês e o desemprego atingiu um nível que coloca as estruturas democráticas em questão", afirma Lafontaine, citado pela Associated Press.
O responsável aponta o dedo a Merkel, acusando-a de ser uma das principais responsáveis da crise na Europa e considera que a chanceler alemã só "vai despertar do seu sono hipócrita" quando "os países europeus unirem esforços para forçar uma mudança de política", às custas da Alemanha.
"Os alemães ainda não perceberam que o sul da Europa, incluindo a França, vai ser forçado pela sua miséria actual a lutar, mais cedo ou mais tarde, contra a hegemonia alemã", sublinha.
Lafontaine propõe ainda uma reestruturação do sistema bancário da Europa, medidas de controlo mais estritas sobre os credores e um regresso ao sistema monetário europeu que antecedeu o euro, que permite fazer "desvalorizações e valorizações controladas" das moedas nacionais.
Oskar Lafontaine é hoje um dos principais dirigentes do partido Die Linke (A Esquerda), que surgiu em 2007 de uma fusão entre a WASG, uma coligação eleitoral com influência na Alemanha Ocidental, e o PDS (Partido do Socialismo Democrático), a organização que surgiu do extinto partido único da Alemanha Oriental, o SED.
domingo, 5 de maio de 2013
Dia da Mãe...
Abre os olhos ao menos, diz que sim!
Diz que me vês ainda, que me queres.
Que és a eterna mulher entre as mulheres.
Que nem a morte te afastou de mim!
Miguel Torga
sexta-feira, 26 de abril de 2013
O discurso do Presidente....
O Presidente da República fez no dia 25 de Abril um dos discursos mais contundentes desde que chegou a Belém.
O que Cavaco disse são evidências e só surpreendem pela acutilância do discurso. O nível cívico dos políticos ficou patente no facto de, alguns, irem lançando apartes durante a intervenção do Presidente e muitos permanecerem sentados no final. Cavaco procurou forçar o PS a aceitar um entendimento com o Governo para o médio prazo e justificar a acção do ministro das Finanças. Portugal está perante uma das mais difíceis crises da sua História e se os principais dirigentes políticos não se entenderem não será possível fazer crescer a economia e recuperar a dignidade social de muitos portugueses.
Alguns comentários de anónimos e outros :
Cavaco até pode ser um bom marido, pai e avô! Agora como PR não engana nem nunca enganou ninguém ! Vai acabar mal e sozinho com a sua Maria ! Merecem-no !
Que mais podíamos, em boa consciência, esperar deste senhor ? O monstro, que anunciou estar a devorar o País, foi criado por ele . O seu grupo de amigos políticos, a começar por Conselheiros de Estado actuais e passados, sabemos bem quem são .
JOÃO SEMEDO
"Até os cravos que estavam em frente do Presidente da República caíram, tal foi o choque com as palavras do Presidente.
É grave que um Presidente da democracia, considere que a democracia, que as eleições, não são a solução para as crises políticas".
ANTÓNIO JOSÉ SEGURO
quinta-feira, 25 de abril de 2013
25 de ABRIL ...
Recordemos alguns momentos que na altura vivemos.
Os regressados
O MOVIMENTO
O que hoje temos...
Sem comentários
sexta-feira, 19 de abril de 2013
PSD da Mêda...
Transcrevo A NOTÍCIA do Jornal da Guarda "O INTERIOR"
Paulo Amaral, João Mourato e Aurélio Saldanha juntos no mandato anterior
PSD da Mêda recusa fazer campanha por Paulo Amaral
A Distrital do PSD abriu nova guerra com a escolha de Paulo Amaral para candidato na Mêda. A decisão, oficializada na última segunda-feira, apanhou todos de surpresa e desagradou sobremaneira à concelhia local, que decidiu não participar na campanha. Por sua vez, vários militantes – entre os quais o histórico João Mourato, antigo presidente da Câmara – anunciaram que vão desfiliar-se do partido como forma de protesto.
A indigitação de Paulo Amaral acontece numa altura em que Aurélio Saldanha, líder da concelhia, e Aires do Amaral, outro putativo candidato, tinham chegado a um entendimento para formar uma lista única liderada pelo ex-gestor bancário. «A escolha de Paulo Amaral foi feita à revelia dos órgãos locais do PSD, de que o agora candidato não faz parte, é uma decisão anti-democrática e corporativa», critica Aurélio Saldanha, que a secção medense tinha indicado por unanimidade para concorrer à Câmara local. «Não nos revemos nessa candidatura porque Paulo Amaral não tem perfil para ser o cabeça-de-lista e não nos sentimos motivados para o acompanhar na campanha», acrescenta Aurélio Saldanha, para quem os sociais-democratas da Mêda foram «enganados» pela Distrital. «O processo estava previamente formatado para este resultado, mas nós não aceitamos esta postura da Distrital», avisa.
O dirigente adianta que Júlio Sarmento justificou a escolha com «a falta de entendimento» entre as candidaturas de Aurélio Saldanha e de Aires do Amaral, «o que já não se verificava nesta altura, pois abdiquei de ser o cabeça-de-lista a favor de Aires do Amaral para termos uma lista forte e de unidade». O presidente da concelhia afirma que não se demite porque foi eleito «democraticamente», mas revela que outros militantes anunciaram na reunião da passada segunda-feira que vão deixar o PSD. Um deles é João Mourato, que preside à mesa do plenário e é vereador na Câmara. O histórico autarca, que perdeu a Câmara em 2009 para Armando Carneiro após mais de 20 anos, considera que a Distrital cometeu «um erro» ao escolher Paulo Amaral. «É meio caminho para dar a autarquia de mão beijada ao PS, ou ao CDS. O PSD vai sofrer um grande revés na Mêda», avisa, afirmando que os militantes «mereciam mais respeito».
João Mourato, que apoiou Sarmento para a Distrital, diz não perceber a decisão, pois o agora candidato fez parte da lista derrotada para a concelhia, em julho. «Pelos vistos, os que perdem é que são escolhidos, pelo que os militantes só têm que virar costas a esta candidatura. A Distrital que venha fazer campanha na Mêda», desafia. Entretanto, na próxima reunião de Câmara, João Mourato e Jorge Saraiva vão demitir-se e requerer a o estatutos de vereadores independentes. Confrontado com esta revolta, Paulo Amaral começou por dizer que é candidato e que a sua principal preocupação é vencer na Mêda. «Se ganhar, ganha o PSD. Se perder, perco eu», acrescentou, sublinhando que «todos são bem-vindos para fazer uma lista de unidade e vencer este desafio». O antigo vereador apelou também a militantes e simpatizantes para que estejam «nesta campanha, que é do PSD não é minha. Este não é o tempo de pessoalizar as coisas», afirmou.
«Tiveram tempo de se entender»
«Tiveram tempo de se entender, mas perderam as oportunidades todas», adianta Júlio Sarmento.
O presidente da Distrital do PSD adianta que a escolha de Paulo Amaral, que terá em Ana Abrunhosa a candidata à Assembleia Municipal, aconteceu perante as «divisões da concelhia entre Aurélio Saldanha – que, para mim, era o candidato natural – e outros candidatos, que foram surgindo sucessivamente». O líder social-democrata conta que tentou uma solução de consenso, «mas Aurélio Saldanha e Aires do Amaral disseram que não havia hipótese, sendo que este último também recusou a realização de uma sondagem para ajudar a encontrar o melhor candidato». Segundo Júlio Sarmento, só depois do nome de Paulo Amaral ter sido aprovado é que «as fações se uniram». A Distrital ainda tentou nova conciliação, mas dessa vez foi o candidato indigitado que recusou sair de cena. «Tal como na Guarda, cumpriram-se os estatutos, segundo os quais a concelhia propõe e a distrital escolhe. As pessoas têm que ser responsáveis e quem não aceitar estas regras sujeita-se à disciplina», ameaça o presidente da Distrital, que se diz convencido que os dirigentes e militantes da Mêda e da Guarda vão aceitar as decisões e «entender que o interesse do concelho e do partido deve prevalecer».
quarta-feira, 17 de abril de 2013
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