quarta-feira, 20 de março de 2013

EUROGRUPO.....

Recuo do Eurogrupo pode acalmar protestos no Chipre

 
Afinal ainda não foi desta  que os "ASSALTANTES"  conseguiram ROUBAR as poupanças de gente HONESTA

quarta-feira, 13 de março de 2013

HABEMUS PAPAM


Cardeal Jorge Mario Bergoglio eleito Papa com o nome de Francisco I

 
Pela boca do Cardeal Jean-Louis Tauran, em Latim, ficaram os fiéis a saber que o novo Papa eleito era o cardeal Jorge Mario Bergoglio, de nacionalidade argentina, que adoptou o nome de Francisco I.
 
Cardeal Jorge Mario Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, Argentina, nasceu em 17 De dezembro de 1936 em Buenos Aires. Foi ordenado pelos Jesuítas em 13 de dezembro de 1969 durante os seus estudos teológicos na Faculdade Teológica de São Miguel. Foi mestre novice em São Miguel onde também ensinou teologia. Foi Provincial para a Argentina (1973-1979) e reitor da Faculdade de Teologia e Filosofia de São Miguel (1980-1986). Após completar a dissertação doutoral na Alemanha serviu como confessor e diretor espiritual em Córdoba, Espanha.Em 20 de maio de 1992 foi nomeado Bispo de Auca e Auxiliar de Buenos Aires, recebendo a consagração episcopal em 27 de junho. A 3 de junho de 1997 foi nomeado Arcebispo coadjuvante em Buenos Aires Buenos Aires e sucedeu ao Cardeal António Quarracino em 28 fevereiro de 1998. Relator geral adjunto da 10ª Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos em outubro de 2001.Presidente da Conferência de Bispos da Argentina de 8 de novembro de 2005 até 8 de novembro de 2011. Proclamado Cardeal pelo Papa João Paulo II no consistório de 21 de fevereiro de 2001 com o título de S. Roberto Bellarmino.
 

Desaparecido...

Encontra-se desaparecido há algumas semanas. Tem problemas de orientação politica. Diz coisas sem coerência. Tende a esconder-se quando a coisa aperta. Na altura em que desapareceu usava uma boina emprestada. Se o vir, por favor, contacte o BPN. 
 

sábado, 9 de março de 2013

Cavaco Silva ... escreveu

 
 

Analistas dizem que Presidente escreveu prefácio auto-justificativo


A popularidade de Cavaco Silva mantém-se em baixa e a contestação social em alta, apontam politólogos e comentadores.

Com a divulgação do prefácio ao novo livro Roteiros VII, no dia em completa dois anos do segundo mandato, o Presidente da República Cavaco Silva expõe o limite da sua actuação – através do Memorando de Entendimento com a troika – responde aos que não compreendem os seus silêncios e salienta a importância e a razão de ser da sua acção na sombra; não se demarca do todo mas também não subscreve cada política do Governo.
Se o texto pretendia contrariar tendências – da popularidade do Presidente em baixa e da contestação social em alta – esse desígnio falhou, consideram os analistas ouvidos pelo PÚBLICO, havendo quem, como o escritor e cronista Pedro Mexia, classifique o prefácio de “muito frustrante”, sobretudo para quem esperava do Presidente “ser um actor e não um mero espectador” num momento de crise.
“O prefácio é uma mistura de confissão da incapacidade de agir – porque há um memorando com a troïka – e de acção fantasmática”, diz Pedro Mexia. “É um prefácio muito auto-justificativo, muito a pensar num lugar na História mas muito frustrante para quem esperava alguma coisa.”
O que se poderia esperar era que o Presidente fosse “alguém para quem as pessoas olhassem neste mundo”. “E isso não me parece”, diz Pedro Mexia. O Presidente entende que tem pouca margem de manobra, diz o cronista, para quem o contexto não explica essa posição antes impõe outra: “Porque o programa [do Governo] é violento, porque a contestação é muito forte, porque há uma série de realidades preocupantes, como o desemprego, o Presidente tinha de funcionar como uma válvula de escape.”
Já o politólogo e doutorado em Ciência Política Carlos Jalali lembra que nunca, desde que existem, os índices de popularidade do Presidente estiveram tão baixos. E aponta como razão a percepção popular de que Cavaco Silva “não estar a agir o suficiente”.
O prefácio mostra consistência com aquilo que tem sido a linha da sua acção – dar ênfase à governabilidade e à estabilidade política e explicar os efeitos das várias opções económicas, considera o analista. E fá-lo sem pender para um ou outro lado: se por um lado, Cavaco Silva rejeita a opção de reestruturação da dívida, que poria em causa a credibilidade do Governo português e a sua capacidade em cumprir compromissos, alerta de novo para os riscos de uma espiral recessiva.
Resultados pouco visíveis
Até aqui, diz Carlos Jalali, não há surpresas num texto em que o Presidente procura justificar a sua acção política, mais nos bastidores do que no palco mediático, em nome da estabilidade governativa e da coesão social. Mas, para o politólogo, não é certo que essa opção presidencial esteja a ter efeito. Se estiver, “ela não é muito visível”. Porque na realidade, “o consenso alargado e a coesão social estão a esbater-se” e não são claras as inflexões na acção do Governo que a acção presidencial possa ter gerado, nota Jalali. “Os sintomas que temos não sugerem o efeito da intervenção presidencial”, conclui.
Os efeitos na popularidade do Presidente serão praticamente nulos, considera o politólogo e professor de Política do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa António Costa Pinto.
Esse recuperar da imagem junto da opinião pública “só poderia passar por uma atitude de demarcação mais radical relativamente ao Governo”. E isso não se espera de um Presidente que tem a estabilidade política “como o seu valor primeiro”. “O Presidente da República está perfeitamente convencido de que, independentemente da conjuntura ser muito grave, a estabilidade política é o mais importante.”
Por outro lado, a sua margem de manobra é limitada, considera Costa Pinto, porque está perante um Executivo com maioria absoluta e “porque, embora demarcando-se daquilo que tem sido a prática governamental, pertence, no fundamental, à mesma área política” do Governo.
Críticas renovadas a Sócrates
Para Raúl Vaz, comentador político da Antena Um, com o prefácio do Presidente ao novo livro, o cidadão comum “fica com a ideia de que Cavaco Silva está muito preocupado com a crise política mas que não pode evitar uma crise que se instalou na sociedade portuguesa”.
Em declarações à Antena Um, Raúl Vaz considerou, por outro lado, que “se depender do Presidente da República este Governo terminará a legislatura”. Mais: “Cavaco Silva liga de forma claríssima o seu testamento político, ou seja aquela que será a avaliação dos portugueses destes dois mandatos, à acção que o Governo conseguir em termos de resultados práticos.”
Depois da crítica “muito dura” que fez à actuação do anterior Governo, liderado por José Sócrates, no prefácio do anterior livro, Roteiros VI, lembra Raúl Vaz, neste mostra que “ainda não digeriu bem a sua relação” com o ex-primeiro-ministro e “retoma essa matéria dizendo que o que levou Portugal a esta situação foi a gestão das contas públicas no período em que José Sócrates foi chefe do Governo”. "E isto", conclui, “também ajuda este Governo”.
Já Ricardo Jorge Pinto, comentador da RTP, diz que com estas críticas renovadas a Sócrates, Cavaco Silva "coloca-se ao lado do Governo" para prevenir "qualquer eventual ataque que venha do Partido Socialista relativamente a imputar a este Executivo a única e exclusiva responsabilidade sobre uma situação que seja inultrapassável". O comentador acrescentou à RTP que "como institucionalista", Cavaco Silva "fará tudo para que esta legislatura vá até ao fim". Mas ressalvou: "Tudo tem limites e o limite é, por exemplo, a incapacidade de o Governo resolver problemas de índole económica que ele considera que têm vindo a agravar-se."

Seguro lê em prefácio de Cavaco «clara mensagem» ao Governo



Para António José Seguro, «fica muito claro» no prefácio do livro Roteiros 7 que Cavaco entende que «se houver instabilidade e crise política em Portugal, a culpa será do Governo».
 

E que poderemos nós dizer ?

Que elegemos o homem errado para a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

Há muito que o homem só se preocupa com os interesses pessoais e se está borrifando para a situação do país.

Governou enquanto houve dinheiro e fugiu quando a mama secou. Coveiro das pescas, agricultura e da indústria, alimentou "monstros" ... José Oliveira Costa, Dias Loureiro, Duarte Lima, Arlindo Carvalho (acusado de ter ficado ilegitimamente com mais de 80 milhões de euros do Banco Português de Negócios -BPN) e tantos outros. A lista é muito extensa dos já formalmente acusados.

 


quarta-feira, 6 de março de 2013

Cavaco falou ...

 
 
 
Desde o dia 30 de janeiro, data em que presidiu à sessão solene de abertura do Ano Judicial, Cavaco Silva não voltara a marcar presença num ato público.

Cavaco Silva manda recados ao Governo e à Europa

O Presidente da República, após silêncio prolongado, disse: "as vozes que se fizeram ouvir não podem deixar de ser escutadas" e o alargamento dos prazos de empréstimos é "um passo positivo"
O Presidente da República quebrou assim o silêncio pelo qual vinha a ser criticado, insistindo que não deseja "protagonismos mediáticos", por saber que são "inversamente proporcionais" à capacidade de um Presidente " influenciar as decisões tomadas para o país".
"Ninguém tem a experiência que eu tenho", acrescentou Cavaco Silva, numa alusão ao tempo no cargo e aos dez anos como primeiro-ministro.
 
E que experiência !!! Fala o Coveiro deste País e o maior responsável do caos em que estamos megulhados.
 
Questionado sobre a manifestação do último fim de semana, O Presidente da República defendeu que "as vozes que se fizeram ouvir não podem deixar de ser escutadas", defendendo que "merece o maior respeito" quem se manifesta "respeitando a lei.
 

terça-feira, 5 de março de 2013

A crise Têxtil ... mais uma !!!

E que faz este ???
Só quando todos formos pedintes é que ele falará, mas sem agir.
Ele terá sempre os seus amigos ex-ministros para dividirem o bolo do BPN.