Sem comentários !
Sem pretenções, que não seja apenas o estar atento a temas da actualidade. Que seja um espaço sobre o nosso quotidiano e a salutar discussão com respeito das diversas opiniões.
sexta-feira, 18 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
É sempre a aviar....
Ministério pagou 72 mil euros a mulher de ministro.
A procuradora, casada com Alberto Martins, ministro da Justiça, reclamou verba. A hierarquia do Ministério Público disse que não tinha direito, mas pagamento foi feito.
A procuradora Maria Correia Fernandes, casada com o ministro da Justiça, Alberto Martins, recebeu em 2010 a quantia de 72 mil euros. O pagamento foi feito pelo ministério contra a opinião da hierarquia do Ministério Público que afirmou que a magistrada não tinha direito a tal verba.
A decisão foi tomada pelo antigo secretário de Estado João Correia depois de o seu antecessor, Conde Rodrigues, ter indeferido o pagamento.
Leia toda a investigação na edição impressa e no e-paper do DN.

Ministro da Justiça
Alberto Martins manda investigar pagamentos à mulher
por DN.pt com LusaHoje
O ministro Alberto Martins disse hoje, terça-feira, que pediu à Inspeção-geral da Justiça para se pronunciar sobre a legalidade de 39 despachos assinados pelo ex-secretário de Estado João Correia, um dos quais beneficiou a sua mulher, a procuradora Maria Correia Fernandes.
O ministro da Justiça fez este anúncio numa breve declaração aos jornalistas na sequência da notícia hoje divulgada pelo DN dando conta que o seu ministério pagou no ano passado 72 mil euros a Maria Correia Fernandes, por acumulação de funções em dois serviços do Ministério Público. Isto apesar de todos os pareceres da hierarquia do Ministério Público serem contra este pagamento e de ainda não haver uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) do Porto, onde corria um processo sobre este assunto.
Alberto Martins reagiu dizendo que espera que o assunto esteja "esclarecido dentro de 15 dias a três semanas" e que hoje mesmo se disponibilzou para prestar explicações à comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais.
O ministro garantiu que mal assumiu funções delegou esta matéria no secretário de Estado e que desconhecia o teor dos despachos assinados por João Correia, admitindo contudo que, dada a proximidade familiar com Maria Correia Fernandes, sabia que a procuradora tinha interposto uma ação no TAF do Porto e que o Ministério da Justiça lhe tinha deferido o pagamento.
E PARECIA ELE TÃO HONESTO !!!
Assim como assim, venham mais PEC's que nós pagamos aos "tachistas".
Quando o exemplo vem de casa do Ministro da JUSTIÇA !!!
segunda-feira, 7 de março de 2011
Nova esperança ...
Não peça eu nunca
para me ver livre de perigos,
mas coragem para afrontá-los.
Não queira eu
que se apaguem as minhas dores,
mas que saiba dominá-las
no meu coração.
Rabindranath Tagore, in "O Coração da Primavera"
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Sporting Clube da Mêda ... Comanda
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Primeiro veto de Cavaco Silva a um diploma do Governo.

Governo lamenta "veto inesperado" de Cavaco
Económico com Lusa
08/02/11 16:40
Tiago Silveira reagiu em nome do Governo ao primeiro veto de Cavaco Silva a um diploma do Executivo.
O Governo lamentou hoje que o Presidente da República tenha vetado "de forma inesperada" o diploma sobre prescrição de medicamentos, frisando que continuará a trabalhar para concretizar uma reforma que constituiu "um avanço para o interesse público".
A posição do executivo foi transmitida em conferência de imprensa pelo secretário de Estado da Presidência, João Tiago Silveira, depois de o chefe de Estado ter vetado o diploma sobre prescrição de medicamentos, o qual permite que a prescrição da marca do medicamento pelo médico seja substituída pelo farmacêutico, quer por medicamento genérico, quer por outro essencialmente similar.
"O Governo tomou conhecimento do veto do senhor Presidente da República em relação ao decreto que generalizou que a prescrição dos medicamentos se passe a fazer segundo o seu princípio activo. O Governo quer lamentar que o Presidente da República tenha vetado de forma inesperada este diploma", declarou o secretário de Estado da Presidência.
Segundo João Tiago Silveira, o diploma vetado por Cavaco Silva "é uma reforma que representa um avanço para os cidadãos".
"O que está em causa é permitir que os cidadãos possam optar entre os vários medicamentos disponíveis no mercado com o mesmo princípio activo. O objectivo é permitir que os cidadãos possam escolher o medicamento mais barato - num momento em que isso é especialmente importante para as famílias - e possam optar com segurança", disse.
Não me digam que o homem agora começa a querer brilhar !!!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Mário Soares ... opinião
Mário Soares pede mais valores e menos 'boys' no PS(Económico 01/02/11 10:00)
O histórico socialista diz que o PS precisa de "fazer uma reflexão aprofundada", criticando o marketing e os 'boys' do partido.
Num artigo publicado hoje no Diário de Notícias, Mário Soares reflecte sobre o futuro do PS, pedindo mais "idealismo socialista" e menos ‘boys' que só pensam em ganhar dinheiro e promover-se".
Para o antigo Presidente da República, "a situação é simples": ou o PS "muda de comportamento (...) ou perde a sua razão de ser". E só assim vai ter "uma nova oportunidade, se souber renovar-se e adaptar-se às mudanças de hoje".
Diz Soares que "chegou a hora do socialismo democrático se repensar (...) despir-se definitivamente da ganga do conservadorismo neoliberal, descobrir novos horizontes sociais que dêem esperança às pessoas, retomando os valores éticos, dignificando o trabalho e valorizando as transformações sociais necessárias e possíveis, num mundo em mudança acelerada".
Para o PS português, alerta, "é o momento de dar um novo impulso à sua participação na vida política (independentemente do Governo), com mais idealismo socialista e menos 'apparatchik', mais debate político e menos marketing, mais culto pelos valores éticos e menos ‘boys' que só pensam em ganhar dinheiro e promover-se"
É que " um PS dinâmico, pluralista e voltado para o futuro - que a sociedade civil respeite e admire - faz falta a Portugal e ao Governo", conclui.




