quarta-feira, 17 de março de 2010

Mêda ... só um cheirinho




Por vezes batem as saudades e toca de os massacrar com imagens da minha terra.
Não me levem a mal.


Ficam visíveis algumas imagens.


segunda-feira, 15 de março de 2010

Sportings em grande ...




O Sporting da Meda ganhou ao Coimbrões ( 1º classificado da Série ) 1-0 !
Parabéns rapazes.

O SCP vence em casa o Guimarães por 3-1

Ambos longe dos objectivos, mas pelo menos não perderam.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Audições Parlamentares




Sem comentários ... mas vale a pena ver e ouvir

quarta-feira, 10 de março de 2010

FCP ... a desilusão


Não que se esperassse muito do FCP, mas seguramente ninguém estaria à espera de tamanha humilhação.
Que não passasse a eliminatória, mas que tivesse saído com honra.
Já não me lembro de um FCP tão fraquinho como este ano.
Há muito que oiço os "peritos" dizerem que este treinador não serve os interesses do FCP e que apenas conseguiu vencer os campeonatos porque encontrou uma "equipe feita" e porque os adversários não foram competitivos nos últimos anos.
Afinal o ditado "que qualquer treinador no FCP se sujeita a ser campeão", este ano deverá ser desmentido.
Não parece que consiga ultrapassar o Braga e muito menos o Benfica.
Hoje diziam-me as más línguas ... "não sabes que ele é benfiquista ?!"
Eu não direi tanto, mas que o Pinto da Costa anda a dormir ou muito ocupado com os seus "affaires", digo.

domingo, 7 de março de 2010

Mêda ... a minha terra


Sabe sempre bem relembrar as origens ... as suas gentes e costumes.

Assim, aqui vai a .... PROCISSÃO

sexta-feira, 5 de março de 2010

Eleições internas no PSD ...

Debate entre Paulo Rangel e Aguiar Branco



Mais um debate fraquinho em que Paulo Rangel não consegue impor-se.

Não parece o eurodeputado vencedor, que conhecemos há meses !

Aguiar Branco e Paulo Rangel revelaram divergências no segundo debate da SIC Notícias sobre a liderança do PSD. "Sempre tivemos uma visão diferente sobre o partido", esclareceu Rangel, sublinhando que a sua visão é de "ruptura".
No debate, Aguiar-Branco e Paulo Rangel começaram por discutir o timing da apresentação da candidatura do eurodeputado, com o líder da bancada laranja a acusar Rangel de ter quebrado um compromisso. Este respondeu que existe em Aguiar Branco e Passos Coelho um sentimento contrário à participação de militantes recentes na vida do partido, acusação que Aguiar-Branco considerou um «discurso de Calimero».

Aguiar-Branco desvaloriza "propostas de ruptura" de Rangel e lembrou a sua maior experiência de vida e a militância de 30 anos no PSD, em contraponto com a militância social-democrata de apenas quatro anos de Paulo Rangel. Deixou um sério aviso: Portugal vai passar por momentos duros, e tensão social, para cumprir as exigências do défice e do programa de estabilidade e acrescentou ainda que o país está cansado da crispação política causada pelo governação socialista.
Quanto à proposta de Rangel de dar aos presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) o estatuto de secretários de Estado e de estes integrarem um Ministério do Planeamento, Aguiar Branco disse que essa nem sequer é de "ruptura com as políticas socialistas" porque "é o regresso ao guterrismo".
Invocou a sua experiência política e de vida, e a capacidade de estabelecer consensos, como características que o distinguem, e referiu-se ao facto de Rangel ser militante do PSD há pouco tempo, mas acrescentou "se os militantes acharem que está na hora de dar a presidência do partido a um militante recente de quatro anos como é o Paulo Rangel com certeza que temos de respeitar a vontade dos militantes".
Admitiu apresentar uma moção de censura ao Governo se o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) for contrário ao interesse nacional, posição não subscrita por Paulo Rangel

Paulo Rangel garantiu que não abandonará a corrida eleitoral e considerou que as candidaturas de Aguiar Branco e Pedro Passos Coelho têm muitos pontos em comum.
Voltou a falar de ruptura e prioridades e disse que o país precisa de libertar-se do peso do endividamento. Defendeu ainda maior mobilidade social e colou a candidatura de Aguiar Branco à de Pedro Passos Coelho.
Contestou que a sua candidatura esteja a disputar o mesmo eleitorado interno que Aguiar Branco, favorecendo Passos Coelho: "A candidatura do Zé Pedro está mais próxima da do Passos Coelho do que a minha das duas. Essas duas é que talvez tivessem de se conciliar".
Disse que Aguiar Branco estava com "larachas" tiradas do discurso de Pedro Passos Coelho.
Queixou-se de ter ouvido também Passos Coelho "constantemente invocar o facto de ser militante há 30 anos", acrescentando: "A sensação com que eu fico quando se diz isto é que há certo desconforto com a minha candidatura".
Enunciou depois o seu currículo no partido: deputado, líder parlamentar e eurodeputado, acusando Aguiar Branco de ter estado contra a sua indicação de cabeça-de-lista às europeias, eleição ganha pelo PSD.
A propósito das eventuais consequências da comissão de inquérito parlamentar à compra da TVI, Rangel disse ver "mais uma semelhança entre Pedro Passos Coelho e o Zé Pedro Aguiar Branco".
Disse que não antecipa cenários relativamente ao PEC, como em relação à comissão de inquérito à compra da TVI.
Acusou, mais uma vez, Aguiar Branco de se colar às propostas de Passos Coelho, pois ambos põem em causa a continuidade do Procurador-Geral da República, algo de que o eurodeputado se demarca.

Falta agora o Debate entre Passos Coelho e Aguiar Branco que se realizará também na SIC na Sexta-feira dia 12 pelas 21h00.

Os sociais-democratas reúnem-se num congresso extraordinário, entre 13 e 14 de Março, para depois elegerem o sucessor de Manuela Ferreira, nas directas marcadas para 26 de Março.

Aguardemos o desfecho.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Eleições no PSD ...

Debate entre Paulo Rangel e Pedro Passos Coelho


Debate morno em que me pareceu que Passos Coelho marcou pontos.
Os dois candidatos traçaram fronteiras entre si.
Foi sobre as consequências da comissão de inquérito ao negócio da TVI que os dois revelaram uma divergência significativa. Enquanto Paulo Rangel recusou «falar de um assunto sem que este esteja terminado», Passos Coelho declarou que o governo deve cair caso não consiga esclarecer o caso.
«Se o Governo não ultrapassar esta situação eu acho que deve ser devolvida aos portugueses a palavra para escolher o Governo que deve ter».
«O PSD só pode ganhar as eleições se conseguir dizer às pessoas o que o país tem que fazer», declarou Passos Coelho, que identificou Rangel com a direcção cessante.
«Se o PS está no Governo deve-se a incompetência do PSD», disse.

Rangel acusou Passos Coelho de alinhar com o governo, citando o exemplo das críticas feitas à alteração da Lei das Finanças Regionais.
Paulo Rangel defendeu a aposta na escola pública como o local «onde as classes mais desfavorecidas podem melhorar» a sua situação, demarcando-se das propostas de Passos Coelho de liberalização do ensino.
Quanto à crise, o eurodeputado sugeriu a redução das contribuições para a segurança social das empresas e o desvio de 85% dos fundos destinados ao TGV para projectos de reforço tecnológico e de auxílio à exportação.
Passos Coelho quer reduzir a despesa pública através da contenção salarial na Administração Pública e o fim de um Estado «árbitro e jogador», referindo-se à regulação das empresas públicas.

O debate terminou com uma troca de palavras mais acesa entre os dois candidatos. Depois de Rangel declarar que abandonará o seu lugar de eurodeputado caso vença as directas, Passos Coelho ironizou que era essa a «ruptura» proposta pelo adversário, a de «faltar a um compromisso eleitoral».